O passado e o futuro da profissão de arquivista
Palavras-chave:
Ciência da Informação, ArquivologiaResumo
Partindo dos aspetos que mais preocupam a profissão (teoria, gestão de documentos, descarte, normalização, descrição, marketing, formação e estatuto profissional), aborda-se a sua situação em linhas gerais, em relação ao ambiente em constante mudança das tecnologias da informação. Posteriormente, pretende-se vislumbrar o futuro profissional, tendo em conta as tendências atuais e a evolução previsível, tanto a nível social como tecnológico.
Referências
1 ROBERTS, John W.: “Archival Theory: Much Ado About Shelving”. The American Archivist, 50, 1, pág. 66-74. ROBERTS, John W.: “Archival Theory: Myth or Banality?”. The American Archivist, 1990, 53, pág. 110-120.
2 STIELOW, F. J.: “Archival Theory Redux and Redeemed: Definition and Context: Toward a General Theory”. The American Archivist, 1991, 54, pág. 17.
3 Los sistemas metadata son datos sobre los datos, documentan acerca de la creación y el uso de los productos, las relaciones entre los ficheros, la naturaleza de las facilidades del software y las funciones soportadas del sistema.
4 DOLLAR, Charles M.: The Impact of information Technologies an Archival Principles and Practices: Some Considerations. Washington: N.A.R.A., 1990, págs. 27 y ss. Son muy interesantes las experiencias llevadas a cabo en el British Columbia Archives and Records Service y en el National Archives of Canadá. Véase GUERCIO, María: “Archival Theory and the Principle of Provenance for Current Records. Their Impact on Arranging and Inventorying Electronic Records”, en The Principle of Provenance. Report from the First Stockholm Conference on Archival Theory and the Principle of Provenance, 2-3 september 1993, Stockholm: Skrifter utgivna av Svenska Riksarkivet, 1994, págs. 75- 86.
5 ERLANDSSON, Alf: “The Principle of Provenance and the Concept of Records Creator and Record. Legal Development”, en The Principle of Provenance. Report from the First Stockholm Conference on Archival Theory and the Principle of Provenance, 2-3 september 1993, Stockholm: Skrifter utgivna av Svenska Riksarkivet, 1994, pág. 38.
6 COOK, Michael: “Information Technology. A Challenge to Training”. Archivum, 1988, XXXIV, pág. 20.
7 COUTURE, Carol: “Notions fondamentales de l’archivistique intégrée I”; PETILLAT, Christine: “Notions fondamentales de l’archivistique intégrée II”. Archivum, 1994, XXXIX, págs. 6-13 y 14-23.
8 Joan van Albada sugiere acortar dichos plazos, ya que a partir de un año el 90% de la información es inservible para las oficinas y a los cinco años sólo ha aumentado hasta el 99%. Véase VAN ALBADA, Joan: “Some Reflections on Archives Management”. Janus, 1991, pág. 49.
9 Véase entre otros WEISE, Carl E.; STAMOOLIS, Peter G.: “ISO 9000: An Opportunity for Records Management Professionals”. ARMA: Records Management Quaterly, 1993, 27, 4, págs. 3-11.
10 ISAD(G): norme général et internationale de description archivistique: adoptée par la Comisión ad hoc sur les normes de description, Stokhoklm, Suède, 21-23 janvier 1993: version finale adoptée par la CIA. Otawa: Conseil International des Archives, 1994, 17 págs.
11 CRUZ MUNDET, José Ramón: Manual de archivística. Madrid [etc.]: Fundación Germán Sánchez Ruipérez, 1994, págs. 255-260 y 291-296.
12 COX, Richard J. : “Standardizing Archival Practices: a Tool for the Information Age”. Archivum, 1994 XXXIX, págs. 165-179.
13 ALBERCH I FUGUERAS, Ramón; BOADAS I RASET, Joan: La función cultural de los archivos. Bergara: IRARGI. Centro de Patrimonio Documental de Euskadi. 1991, 94 págs.
14 BOADAS I RASET, Joan: “L’estratègia de difusió dels arxius catalans: Anàlisis d’actuacions i algunes propostes”. Lligall: Revista Catalana d’Arxivística, 1994, 8 págs. 157-175.
15 COMBE, Sonia: Archives interdites. Les peurs françaises face à l’histoire contemporaine. Paris: Albin Michel, 1994, 334 págs.
16 Una selección bibliográfica puede encontrarse en CRUZ MUNDET, José Ramón: op.cit. págs. 74-77.
17 ALEGBELEYE, Gabriel O.: “Designing the Archival Education Curriculum: What Experiences from What Disciplines, Why and How?. Archivum, 1994, XXXIX, pág. 289.
18 COOK, Michael: op. cit. Págs. 17-33.
19 DOLLAR, Charles M.: Mesa redonda en torno a su intervención “Arxivers i gestors de documents: un programa per a l’era de la informació”, Lligall: Revista Catalana d’Arxivística, 1993, 7, pág. 252.
20 DOLLAR, Charles M.: “Arxivers i gestors de documents: un programa per a l’era de la informació”, Lligall: Revista Catalana d’Arxivística, 1993, 6, págs. 13-26.
21 CAMPBELL, T. M.: “Archives and Information Management”. Archivaria, 1989, 28, pág. 146.
22 Actualmente cientos de archiveros lo hacen a través de BITNET en Archives listsery, por ejemplo.
23 CRUZ MUNDET, José Ramón: op. cit. Págs. 310-312.
24 DOLLAR, Charles M: The Impact… págs. 27-30.
25 STUART-STUBS, Basil: “Whiter information?”, en DURANCE, Cynthia J.: Management of Recorded Information, Covering disciplines, Munich [etc.]: K. G. Saur. 1990, págs. 15-25.
26 Al respecto resulta esclarecedor y muy interesante la obra de DÍEZ CARRERA, Carmen: Las industrias de la lengua: panorama para los gestores de información. Madrid: Biblioteca Nacional. FESABID, 1994, 179 págs.
27 27 CRUZ MUNDET, José Ramón: op. cit. Págs. 307-309.
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